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Todas as pessoas que possuem animal de estimação, sabem como é difícil vê-lo passando mal ou sentindo alguma dor. Mas, muitas vezes o que parece dor ou febre não é. Confundir os sintomas do pet é normal, uma vez que ele não têm a capacidade de se explicar.

Nessa hora, muitos donos tendem a medicá-los com remédios que têm em casa, como analgésicos, anti-inflamatórios e antitérmicos, principalmente os infantis. Porém,  os veterinários alertam para o perigo: além de mascararem possíveis sintomas de uma doença, também têm efeitos colaterais e podem levar à morte por intoxicação, se a dose for maior que a ideal, já que não são de uso veterinário.

A tendência a usar medicamento humano acontece, porque apenas cerca de 50% dos remédios disponíveis para cães e gatos são exclusivos para eles. O grande problema é que os órgãos do sistema digestivo dos animais não têm a capacidade de absorver e sintetizar os medicamentos frequentemente utilizados por humanos.

Os medicamentos de uso humano não são proibidos para animais e, em alguns casos, têm de ser prescritos pela inexistência de outro, mas é necessário cuidado com a dosagem e o tipo de remédio.

Outro risco da automedicação é a subdosagem. Ou seja, com medo da intoxicação, o dono dá uma quantidade menor do que o necessário. Na melhor das hipóteses o remédio simplesmente não causa efeito nenhum, mas, na pior, ele faz com que a bactéria, por exemplo, que está no organismo, fique mais forte e aumente a infecção, agravando a doença ou levando à morte.

Portanto, antes de dar qualquer medicação a seu animal de estimação, consulte o médico veterinário, pois ele conhece o melhor tratamento e as interações medicamentosas perigosas para seu animal!

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